sexta-feira, janeiro 20, 2006

um dia para (não) esquecer

Há momentos em que desesperamos por não sabermos o que nos espera. Gritamos e revoltamo-nos por medo, por não aceitarmos ver parte da nossa vida a ir para um lado, a tomar um rumo completamente diferente daquele que queríamos que tomasse. Mas os sonhos falam mais alto que a razão e acabamos por enveredar pelo mais difícil, pelo que aparenta ser escuro e complicado. Ir contra o mundo é difícil. Escolher a nossa vida aos 14 anos, num tempo de incertezas e áreas fantasma, ainda mais.
Mas hoje descobri que a vida nos reserva belas surpresas. Que podemos ir contra tudo e todos e ter o apoio de pessoas que amam o mesmo que nós e que acabam por nos amar nesta luta constante. Aprendi que disputar os nossos sonhos dá resultado e que no fim podemos ter uma vitória que apesar de diferente da que imaginámos tem um sabor muito bom. Porque não é só nossa. E um “primeiro lugar” de apenas uma pessoa, um pódio praticamente vazio tem um sabor relativo…Relativíssimo!
Hoje conquistamos todos o pódio. Estamos os 17 lá em cima, de cabeça erguida, a mostrar aos tolos que estatísticas não são sentimentos nem pessoas e que os números não nos trouxeram a felicidade. Senti imenso orgulho em nós, hoje. E percebi que vocês me conquistaram num período mais do que eu podia prever.

Os problemas, por muito graves que sejam, têm sempre um remédio bem melhor dos que os anti-depressivos que andas a tomar. E essa solução nunca é uma saída… Meninas, estamos sempre aqui. Sempre e para tudo. São a turma mais complicada mas mais humana que já tive. 10ºE SEMPRE
Cresci imenso com vocês. Obrigado por tudo


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